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Ascensión (La serie de Sabrina Strong Libro 1)

Ascensión (La serie de Sabrina Strong Libro 1)

Traduzido por Gustavo Brunetti

Uma Fantasia Urbana Sombria de Vampiros, Assassinato e Desejo Perigoso

Após a morte do pai deixar Sabrina Strong com dificuldades para pagar as contas, aceitar um emprego na Associação Norte-Americana de Vampiros está longe de ser sua primeira escolha. Mas o cargo oferece mais do que um salário: pode levá-la ao misterioso vampiro que assombra seus sonhos — e talvez às respostas sobre a noite em que ela foi marcada ainda criança e sua mãe foi transformada.

Quando Sabrina é contratada para investigar o assassinato de Letitia, companheira de longa data do Mestre Vampiro Bjorn Tremayne, ela é arrastada para um mundo perigoso de agendas ocultas, atração proibida e vampiros dispostos a tomar o poder a qualquer custo. À medida que as ameaças contra a Associação aumentam, Sabrina precisa descobrir a verdade enquanto enfrenta segredos de seu próprio passado.

Primeiro livro da série Sabrina Strong, de Lorelei Bell, Ascension combina fantasia urbana, romance paranormal e mistério vampiresco em uma história contemporânea de paixão, sofrimento, perigo e desejo.

Entre no mundo de Sabrina Strong e descubra onde o mistério começa.

Trecho do livro

A lua cheia derramava a luz prateada ao meu redor enquanto eu chegava cerca de oito minutos atrasada para uma entrevista de emprego com um vampiro. O Sr. Paduraru havia concordado gentilmente com o encontro em Luar, minha cidadezinha, em vez de me dar instruções confusas para algum lugar na metrópole, aonde eu nunca havia ido sozinha de carro. Escolhi um bar fácil de encontrar a partir da estrada. O Saloon ficava na esquina da Sunbank com a Rota 30.

Normalmente, levaria apenas 10 minutos de carro da minha casa para o bar, mas um trator John Deere enorme, transportando milho recém-colhido, ocupava toda a estrada, e tive que dirigir atrás dele por mais de um quilômetro até poder virar na Sunbank.

Não era para um trabalho normal, das 9 às 5 no escritório, que eu me candidatava. O anúncio dizia: "Precisa-se de Vidente. Somente candidatos sérios." Fui tomada pela descrença quando li o anúncio, e li cinco ou seis vezes antes de discar o número. Era interurbano, código de Chicago, e errei algumas vezes até discar certo.

Sim, estava nervosa pela entrevista. Não sabia que ele era um vampiro até falar com ele pelo telefone, claro. Como eu sabia disso, era automático. Às vezes bastava que eu me aproximasse de uma casa onde nunca pus o pé para saber a disposição dos cômodos; ou as emoções das pessoas em uma sala me inundavam. De vez em quando, só de falar com alguém pelo telefone eu conseguia uma "leitura".

Foi assim que eu soube que o Sr. Paduraru era munido de presas e bebia sangue.

Mas, na maioria das vezes, eu precisava tocar algo para ter uma leitura. Às vezes elas vinham na forma de visões. Eu não fazia isso muito. Nunca, se pudesse evitar. Ser vidente podia ser uma droga, principalmente em termos de vida social. No início, eu tive que aprender a proteger minha mente contra essa habilidade, ou me esconder no armário (literalmente) para não enlouquecer. As luvas que eu sempre usava eram minha outra proteção. Sou uma Vidente de Toque, o que é muito raro.

Saindo do meu Jipe, examinei os outros veículos no estacionamento. Havia sete carros — bem, três; ou outros eram picapes. Não havia muita gente, mas era segunda-feira.

Escura e pontiaguda, minha sombra avançava diante de mim no cascalho enquanto eu caminhava em direção ao Saloon. Eu fiz vinte e um anos quatro semanas atrás e só havia vindo aqui uma vez. Avistei um Jaguar preto lustroso estacionado perto da construção. De jeito nenhum pertencia a um dos clientes de sempre. Só podia ser do Sr. Paduraru.

Curiosa, fui em sua direção e parei perto dele. Respirei para me estabilizar e fechei os olhos. De repente, minha mente me enviou o flash de uma imagem: Espirais brancas gêmeas subindo aos céus no horizonte de Chicago.

Nossa. Minha cabeça girou um pouco quando abri os olhos.

Quando os giros pararam, fui atingida por uma onda de energia, total e inacreditavelmente selvagem, e possivelmente carnívora. Uma emoção emaranhada que, como humana, eu não conseguia mensurar. Eu nem sabia de onde veio.

Avenida dos Mortos

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Batismo de Fogo (Os Primeiros Anos de Reuben Cole Livro 3)

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