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O Despertar de Baylee

O Despertar de Baylee

Traduzido por Susana Franco

Dois corações feridos podem encontrar uma segunda chance no amor?

Depois de um divórcio doloroso de sua namorada de infância, Chase Milligan atravessa o Texas decidido a reconstruir a própria vida. A última coisa que espera encontrar é Baylee Andrews — uma jovem mãe reservada e fragilizada, com um passado conturbado e pouco interesse em deixá-lo se aproximar. Mas, à medida que Chase descobre a verdade por trás das dificuldades de Baylee, a conexão crescente entre os dois começa a devolver esperança a ambos. Quando disputas pela guarda, antigos inimigos e segredos perigosos ameaçam a vida frágil que estão construindo, Chase e Baylee precisam decidir se a fé, o perdão e o amor são fortes o bastante para superar a traição. Baylee Breaking é um romance contemporâneo emocionante sobre segundas chances, família, redenção e a busca pela felicidade depois de um coração partido. Contém conteúdo sexual explícito.

Descubra a história de Chase e Baylee em Baylee Breaking.

Trecho do livro

Dezoito meses depois…

Lá está ela. ESTÁ a trabalhar hoje.

Chase caminhou lentamente pela livraria, o tapete estampado abafava o som das suas botas enquanto ia em direção ao seu alvo. Por trás, ela não parecia nada de especial; pequena, esbelta e frágil, com os cabelos castanhos ondulados, soltos quase até à cintura.

"Desculpe," disse ele.

Ela virou-se. "Sim?" Então ela o reconheceu e fez uma careta. “Ah, é você outra vez. O que quer?"

Apesar da sua resposta nada acolhedora, a rapariga cujo crachá dizia Baylee nunca deixou de fazer o coração de Chase bater e uma onda de calor subir até à sua virilha. Esforçando-se por ter objetividade, avaliou exatamente os traços que pareciam tão atraentes nela. Será a sua pequena estatura e aparência de criança abandonada? Serão os seus lábios rosados e nariz delicado, ligeiramente pontiagudo? Será o rosa pálido e levemente corado da sua pele? Todos são possíveis. Mas o que realmente o conquistou foram os seus olhos: aquelas imensas poças castanhas que pareciam ter uma profundidade impensável em alguém tão jovem. E ela era jovem; chegando ao limite de jovem demais para ele, mas se a tristeza nos seus olhos dizia a verdade, a sua experiência de vida quase coincidia com a dele.

"Estava a pensar se o livro que pedi já chegou," disse ele, apoiando o quadril no balcão, o que esperava ser um gesto casual. Certo, meu. Não eras bom em ser casual ANTES da tua vida desmoronar.

Chase esmagou furiosamente a voz argumentante. Não quero pensar nisso. Quer dizer, sou divorciado. E então? Muitas pessoas também são e já faz mais de um ano. Eu já o deveria ter superado neste momento. E superei, se o meu interesse nesta bela vendedora for alguma indicação. Mas como se recomeça depois de tantos anos a pensar que a vida seria de certa maneira? Não, recomeçar está errado. Sou um homem diferente do que era antes de descobrir que a minha namorada de infância e melhor amiga era, na verdade, uma puta que andava a dormir com outro homem nas minhas costas.

Baylee apertou o teclado do computador, concentrando a sua atenção no ecrã. Chase continuou a ruminar.

Já chega, meu. Acabou. A Candace já era, já está há muito tempo casada com o seu detetive particular e é mãe do filho dele. E se não quiseres acabar sozinho, sem a tua própria família, para de ficar obcecado e sai daí.

"É claro que o seu livro não chegou," disse Baylee, virando-se para lhe dar um olhar pouco convidativo. “Encomendou-o anteontem. Prometi ligar-lhe quando chegasse e vou ligar. Agora, se não se importa, tenho trabalho a fazer."

"Não seja antipática, minha senhora," ele insistiu. “Não lhe vou fazer mal. Só queria conversar."

"Conversar?" Ela ergueu uma sobrancelha e franziu a outra. "Não tenho tempo para conversas. Estou a trabalhar."

À Porta Fechada

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Banhada Em Luar

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